De manhã na cama
eu fico pensando
se saio, se fico, se morro.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
domingo, 12 de julho de 2009
domingo, 5 de julho de 2009
Por trás do vidro da janela ela podia ver a água escorrendo vagarosamente pelo tronco da árvore. Borboleta? Antes mariposa, pensou. Cada pássaro faça seu ninho, cada animal tenha sua toca. E seu filho, quando virá? Dentre as perguntas sem respostas e assertivas sem certezas, decidiu parar de pensar. Assim mesmo, estacada, feito poste de concreto em meio a vendaval. Tudo e todos girando freneticamente ao seu redor; uma vida se tornando incômodo e lamentação. Não pensaria mais nada. Até ter vontade de. Novo. E desse modo, imóvel, permaneceu por longos e intermináveis dias, até ser chamada de volta ao tormento.
O centro do vendaval é composto por forças muito além do imaginável. São centrífugo-trípeto-tríturos vetores e amores; forças, oscilações e turbulências oriundas em ângulos de todos os graus. No entorno, passam em hélice espiral milhares de objetos, partículas de poeira, ácaros, familiares e o filme de sua vida. Que não consegue assistir devido à velocidade em que se move. E não precisa. Já o conhece.
A gota que escorre no vidro é translúcida, não transparente. Carrega consigo o pó de milhares de metros de altura, a vida de inúmeros insetos, os gases de toda uma atmosfera. Essa gota traz vida e morte; além de tudo, transformação. Ela observa.
O centro do vendaval é composto por forças muito além do imaginável. São centrífugo-trípeto-tríturos vetores e amores; forças, oscilações e turbulências oriundas em ângulos de todos os graus. No entorno, passam em hélice espiral milhares de objetos, partículas de poeira, ácaros, familiares e o filme de sua vida. Que não consegue assistir devido à velocidade em que se move. E não precisa. Já o conhece.
A gota que escorre no vidro é translúcida, não transparente. Carrega consigo o pó de milhares de metros de altura, a vida de inúmeros insetos, os gases de toda uma atmosfera. Essa gota traz vida e morte; além de tudo, transformação. Ela observa.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Almiscareira

Almiscareira. Segundo a Prosodia do P. Bento Pereira he a erva, a que outros chamão Agulha de pastor, & em Latim Geraunium, ou Gratia Dei. Deita muitas asteas, nodosas, felpudas ramosas as folhas saõ recortadas, as flores se compoem de cinco folhas purpureas a modo de rosas, a ellas se seguem huns frutos, ou folhelhos, a modo de bico de Grou, donde lhe veyo o nome Geraunium, porque Geranos, em Grego, quer dizer Grou. He detersiva, adstringente, vulneraria, resolve, & dissolve o sangue coalhado, applicada em cataplasma, ou fomentação.(www.uni-salzburg.at)
Ou ainda:
Almscar ou Herva almiscareira. (Gratiola
centaurides.) Esta planta tem o cheiro do almscar, do qual
tirou o nome.
26 BOTNICA BRASILEIRA
USOS MEDICINAES
E' empregada no serto, com bom resultado, para amadu.
reeer as apostemas, e combater o panarcio. Internamente empre-
gam-na, para suspender a diarrha, e vmitos. O modo de usar,
raspar a raiz, pilal-a mui bem, e em forma de cataplasma
applicar parte enferma.
Internamente a administram em forma de ch. As sementes
desta planta, provocam vmitos.
(Botanica brasileira applicada medicina, s artes e industria, seguida de un supplemento de materia medica, inclusive as plantas conhecidas e applicadas pelos indios em suas enfermidades, Mello Moraes, A.J., Rio de Janeiro: 1881).
Mais:
A C.81 da II Centúria, fala do almíscar doce, da sua
confeição, e se destina a afrodisíaco e João Rodrigues
chama-lhe diamischos, segundo F. Crespo.
Conse-guimos chegar ao nome botânico que é o
Erodium moschatum (L.) L’Her. da Fam. das
Geraniaceas. Hoje chama-se Agulheira-moscada ou
Agulha-de-pastor-moscada, a Almiscareira, o Bico-de-
-cegonha-moscado, Bico-de-grou-moscado e ainda
Erva-de-alfinete. Reparem que designações diferentes
dão ideia clara da planta. Entre nós aparece com
relativa facilidade. E. malacoides (L.) L’Her. é outra
espécie conhecida por Maria-fia, Erva-garfo, a Marioila
ou finalmente a Planta-de-garfos. A E. cicutarium (L.)
L’Her, é outra espécie conhecida pelo Bico-de-cegonha
e também por Repimpim.
(ACHEGAS PARA O ESTUDO DA ECOLOGIA DE VEGETAÇÃO DA BEIRA INTERIOR
por A. M. Lopes Dias in Medicina na Beira Interior - da pré-história ao séc. XXI" - Volume 9 - "À procura da idade do cancro" - António Lourenço Marques (História dos cuidados paliativos,Notícias das Plantas Medicinais e Aromáticas da 2ª Centúria de Amato Lusitano. Portugal, 1995. ).
domingo, 28 de junho de 2009
sábado, 27 de junho de 2009
O começo de tudo
Reset start boot inicializar.... ação! Antes do princípio havia um fim, que veio após um recomeço. Portanto o fim é o início do meio. Ponto inicial.
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